Publicações na imprensa com a participação

de Daniela de Oliveira

Assessoria de imprensa: Leda Orsi

Email: ledaorsi@gmail.com

Vida nova em estilo mais acelerado

26/10/2021

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O psicológico dos atletas nos Jogos Olímpicos de Tóquio

5/8/2021

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Por Nicholas Araujo
Redação Blog do Esporte

 

As Olimpíadas de Tóquio têm, além do desafio da pandemia, superar um outro desafio: o psicológico dos atletas. Não podendo ter a companhia de familiares na Vila Olímpica, muitos competidores sentiram a solidão, o peso pela vitória e a responsabilidade de servir o país.

Leia mais em https://www.blogdoesporte.net/2021/08/o-psicologico-dos-atletas-nos-jogos-de-toquio.html

Entenda se o seu filho está fazendo birra ou tendo uma crise de ansiedade 
 

29/7/2021

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Ainda que as crianças tenham respostas emocionais semelhantes nos dois casos, a crise de ansiedade pede cuidado redobrado dos pais para acolhê-las. 

Leia mais em: https://bebe.abril.com.br/desenvolvimento-infantil/entenda-se-o-seu-filho-esta-fazendo-birra-ou-tendo-uma-crise-de-ansiedade/

Ansiedade de separação aumentou entre crianças mais velhas na pandemia

21/7/2021

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CÁRMEN GUARESEMIN

 

A maioria das mães já deve ter vivido esta cena: mal sai de perto da criança e pronto. O bebê abre aquele berreiro. A reação, conhecida como ansiedade de separação, é comum e costuma aparecer por volta dos seis meses da criança. É nesta fase que há a descoberta que ela e a mãe são seres independentes. A experiência traz angústia e um temor de que a mãe vá sumir e não voltar. Esse medo, que pode gerar muito choro e até sintomas físicos, como febre e dores de estômago, costuma passar por volta dos dois anos.

https://doutorjairo.uol.com.br/leia/ansiedade-de-separacao-aumentou-entre-criancas-mais-velhas-na-pandemia/?fbclid=IwAR0SIzYuF7rUBEM8mV-9LID3vqfO38EI-mY5B9zAZigyVwfiwXI3cYk6sL8

É possível encontrar propósito mesmo em meio à tragédia?

4/7/2021

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Teoria de Viktor Frankl sobre o “otimismo trágico” explica que dar sentido a situações extremas ameniza o sofrimento psíquico 

Leia mais em: https://elastica.abril.com.br/especiais/otimismo-tragico-proposito-tragedia-teoria/

A natureza é a solução para uma saúde mental equilibrada: Conheça os benefícios

1/7/2021

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Por Adson Dutra, Colaboração para Ambiental Mercantil, em São Paulo

Viver em meio a urbanização nos apresenta inúmeras sensações e assimilações do convívio ao nosso redor, sensações que podem nos limitar a estresses, irritações e doenças mentais e físicas ocasionadas pela poluição sonora e poluição do ar.

Os estímulos causados pelas agitações como trânsito, luzes, pode nos acionar no corpo e na mente respostas, que variam de estados de grande euforia para estados de melancolia e depressão.

É neste contexto que entra o papel da natureza em nossas vidas para equilibrar o nosso sistema nervoso e emocional com intuito de nos proporcionar bem-estar e paz interior. As cores, a calmaria, os sons, sentimentos positivos que o espaço verde nos atribui, tem a capacidade de compensar e restaurar nossas emoções e pensamentos. Nos dando força para encarar com mais leveza e até mesmo enfrentar a rotina de uma grande cidade.

Leia a matéria completa em https://noticias.ambientalmercantil.com/01/07/2021/a-natureza-e-a-solucao-para-uma-saude-mental-equilibrada-conheca-os-beneficios/

Como lidar com o estresse

24/6/2021

Reportagem da Educadora Rádio e TV demia.

#154 - Flow - Xô Sedentarismo

27/5/2021

Neste bate-papo o Personal Trainer (1) Guilherme Moscardi, a Psicóloga (2) Daniela de Oliveira e a Personal Trainer e Nutricionista (3) Andressa Barros Silva, fizeram o 2º episódio "da série" para abordar os 6 pilares da Medicina do Estilo de Vida. Neste segundo episódio da série o tema foi Alimentação Saudável e os impactos de manter ou buscar uma nutrição saudável para conseguir manter ou dar um Xô no Sedentarismo ;)

#151 - Flow - Xô Sedentarismo

27/5/2021

Neste bate-papo o Personal Trainer (1) Guilherme Moscardi, a Psicóloga (2) Daniela de Oliveira e a Personal Trainer e Nutricionista (3) Andressa Barros Silva, falaram sobre a a teoria de Mihaly Csikszentmihalyi. O flow foi traduzido por fluxo ou fluidez. Quando estamos ocmpletamente imersos em uma experiência onde a sensação de tempo desaparece entre outras coisas. Muitos atletas declaram sentir esta mesma sensação em determinadas situações na sua vida de atleta. Quem sabe você encontra uma forma de experimentar este estado praticando alguma modalidade que você já conhece ou que vai experimentar?

O Poder da Persistência

26/5/2021

Elementos da natureza podem influenciar emoções e até atitudes humanas

25/5/2021

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Não são apenas os acontecimentos do dia a dia ou de saúde que influenciam as emoções. Os elementos da natureza também podem agir sobre o que cada pessoa sente e mesmo influenciar o comportamento de alguém. Isso ocorre graças à associação que é feita com os sistemas e órgãos do corpo...

Para ler a matéria completa, acesse: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2021/05/22/elementos-da-natureza-podem-influenciar-emocoes-e-ate-atitudes-humanas.htm?fbclid=IwAR0QrHjCZ7Za7gy5GkqKyTaL5pNGUqmaBX56oOom0hTMd7O1kKWXt_7KKoQ

'Vacina com chip': por que as pessoas acreditam em teorias da conspiração?

14/4/2021

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Em pleno 2021, parece duvidoso ter de explicar que as vacinas não são perigosas e que um chip não será implantado ao recebê-las para se proteger da covid-19. Da mesma forma que isso parece óbvio para parte das pessoas, o contrário também tem efeito verdadeiro para quem acredita em teoria da conspiração. ...

Para ler a matéria completa, acesse: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/04/13/por-que-as-pessoas-acreditam-em-teorias-da-conspiracao.htm?utm_source=facebook&utm_medium=social-media&utm_content=geral&utm_campaign=vivabem

Solidão na Pandemia

23/3/2021

Reportagem no Jornal Acontece Agora da RIT sobre solidão na pandemia.

Você sabe identificar alguém manipulador?

1/3/2021

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Mindfulness para crianças ajuda pequenos a relaxar e focar. Veja dicas...

17/2/2021

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Imagem: iStock

Mindfulness não é uma técnica recente e, diferente do que muita gente pensa, pode ser benéfica para qualquer pessoa, inclusive crianças. Também conhecida como atenção plena, sua ação positiva envolve até a turminha mais calminha.

Para ler a matéria completa, acesse: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2021/02/15/ate-criancas-mais-quietas-podem-ser-beneficiadas-com-mindfulness-entenda

Como viver sem a pressão do relógio

7/1/2021

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Compulsão por Compras

7/12/2020

Nesta entrevista para a Rádio e TV Educadora Batatais, falamos sobre a compulsão por compras.

Você sabe lidar com o pessimismo?

1/12/2020

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Frio na Barriga na Largada? Valorize essa Sensação

6/11/2020

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Foto: Tommy Zaferes/World Triathlon Mídia

A EXCITAÇÃO E A EMPOLGAÇÃO DE ALGO NOVO É O QUE NOS MOVE NA VIDA

 

Por Daniela de Oliveira

 

Existem momentos da vida em que simplesmente queremos sentir aquele friozinho na barriga. Entretanto, para que o friozinho aconteça, é necessário nos desprendermos de algumas coisas, entre elas a segurança da conquista, daquilo que já foi alcançado.

A excitação e a empolgação de algo novo é o que nos move na vida. Lógico que o friozinho no estômago também está associado ao medo do novo e do desconhecido, que é inerente a novas possibilidades.

Para ler a matéria completa, acesse: https://www.trisportmag.com.br/frio-na-barriga-antes-da-largada-valorize-essa-sensacao/

Matéria publicada na TRISPORT: https://www.trisportmag.com.br/

Por que as pessoas costumam assumir diferentes personalidades nas redes sociais? 

20/10/2020

Como o teatro pode auxiliar na comunicação oral

20/10/2020

No teatro, o corpo se expressa por meio da fala, dos movimentos e da dança, o que exige maior exposição de quem pratica. As técnicas trabalhadas pelas artes cênicas podem levar a caminhos além dos palcos e resultar em uma melhora na comunicação e nas relações interpessoais.

"Para que uma comunicação eficaz exista, precisamos estar atentos a nós mesmos, ao que sentimos, à situação ou o contexto, e ao outro. Tudo isso para aprender a se expressar e se posicionar diante do outro. Isso é uma construção da vida inteira, desenvolvendo diversas habilidades, como assertividade e empatia", explica a psicóloga clínica Daniela de Oliveira.

Para ler a matéria completa, acesse: https://www.leiaja.com/cultura/2020/10/08/como-o-teatro-pode-auxiliar-na-comunicacao-oral/

Matéria publicada no https://www.leiaja.com/

Como lidar com a competitividade infantil

13/10/2020

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Competitividade pode ser uma faca de dois gumes. Dentro da própria psicologia existem muitos artigos contraditórios sobre o tema.

 

Por Daniela de Oliveira

Certa vez, o ex-presidente Barack Obama, em uma reunião com um grupo de estagiários, deu um conselho de vida: “Quando todos vocês tiverem filhos, é importante deixá-los vencer”. Depois acrescentou a segunda parte com um sorriso: “até eles completarem um ano de idade”, quando você pode começar a ganhar novamente.

O conselho parece interessante para aqueles que vivem no mundo das organizações e no mundo dos esportes. Afinal, aprendemos a competir desde cedo. Grandes atletas contam o quanto eram competitivos desde criança. Inclusive enaltecendo a dificuldade (mau-humor, birras, cara fechada e até inimizades) em aceitar qualquer coisa menos do que o primeiro lugar.

Quando testemunhamos uma criança tentando ganhar em todos os jogos, temos a tendência a incentivar a atitude, acreditando que a vida é competitiva e que ela terá mais chances de ser feliz e bem-sucedida sendo competitiva. Entretanto, aqui vale o conselho de vó (adoro as avozinhas sábias): “nem tudo o que parece, é”.

A competitividade pode ser uma faca de dois gumes. Dentro da própria psicologia existem muitos artigos contraditórios sobre o tema. Várias pesquisas mostram que a competição pode ser tóxica para crianças, promovendo ansiedade, danificando a autoestima e a performance, contribuindo para o desinteresse e a desistência de atividades que exijam maior esforço para aprendizagem ou que ganhar não seja garantido.

Uma análise publicada pelo Psychological Bulletin, da Associação Americana de Psicologia, mostra que não existe uma conexão clara entre a competitividade e a performance. Às vezes, ao que parece, a competição melhora o desempenho, mas com a mesma frequência não.

 

A competitividade é uma atitude. Nossas atitudes são padrões neuromusculares que têm uma parte herdada e outra formada em nossas relações. Ou seja, nossas atitudes são como um músculo, cada um de nós herda uma facilidade ou dificuldade em ganhar massa muscular e, como nos usamos (praticamos ou não atividade física, quanto praticamos, qual atividade escolhemos etc.), irá construir uma determinada anatomia. Somos uma soma do que é herdado e do que construímos. Assim também acontece com nossas atitudes.

Portanto, é natural que algumas crianças sejam mais competitivas que outras. Ao mesmo tempo, não é natural e sim cultural que vencer seja tão valorizado. Muitas vezes um sistema familiar valoriza tanto a competição que pode “atropelar” a criança com exigências de vitória sem ao menos perceber.

O que fazer então? Podemos trabalhar com a competitividade de uma maneira saudável. Assim como ensinamos nossos filhos a andar de bicicleta, podemos ensiná-los que a competitividade é apenas uma de suas atitudes e seu uso deve ser feito em alguns momentos. Tentar eliminar a competição não é realista. Entretanto, sua prima-irmã, a cooperação, também nos é um tanto útil. Assim como a compaixão, a gentileza, a satisfação, o medo, a raiva e uma infinita variedade.

Podemos ajudar nossas crianças a desenvolverem maneiras variadas de se usarem na vida, para que não fiquem presas a uma única forma de ser. Um único padrão de reação, um modo automático de estar na vida, pode nos trazer sofrimento. Afinal, as situações que a vida nos apresenta são diversas em qualidade e intensidade.

John Tauer, psicólogo, em uma série de estudos analisou crianças entre 9 e 14 anos em relação à competição, cooperação e competição combinada com cooperação.

 

Sua pesquisa mostra que a combinação de competição com cooperação gera maior satisfação e maior performance. Segundo o psicólogo, devemos sempre dar atenção aos sentimentos da criança, para que ela se sinta bem ao praticar um esporte. Mas, ainda mais importante, é que tenha uma visão realista de mundo. Ou seja, deixar a criança ganhar todas as vezes pode fazê-la se sentir bem inicialmente, mas depois de um tempo ela vai perceber que alguma coisa não está no lugar. Além disso, podemos tentar entender o que nossos filhos entendem por ganhar.

 

Qual a importância damos para isso em nossas vidas, seria essa a única maneira de “ser alguém”? Ensinar nossas crianças que elas podem ser valorizadas por outras atitudes e características de personalidade pode ser um grande alívio. Além disso, podemos construir um sistema familiar em que o valor das pessoas não está na medalha ou no resultado, mas no quanto se empenham para resolver um problema.

 

Podemos olhar para os grandes atletas em sua pós-carreira. Aqueles que tiveram sucesso profissional em qualquer outro âmbito e relatam uma vida satisfeita são, na verdade, grandes curiosos para resolver problemas. Ganhar ou perder torna-se secundário diante do desafio de melhorar o próprio tempo, fazer uma série a mais, mesmo com dor, pensar em uma estratégia diferente diante de um imprevisto, conseguir encaixar melhor o nado na primeira passagem da prova, entre outros.

Podemos ensinar aos nossos filhos este outro ângulo. A habilidade de ter referências internas, ao invés de referências externas, é ensinada. Por vezes brinco com minha enteada de seis anos: “consulte seu estômago para saber se ainda tem fome”, é uma maneira de virar a atenção para dentro, ao invés de simplesmente sair engolindo tudo o que vemos pela frente. É também uma estratégia para desenvolver interocepção (habilidade de saber sobre seus próprios processos neuropsíquicos como emoções, desejos e sensações). Assim, desenvolvemos autoconhecimento e a capacidade de nos entender nas relações com o mundo que nos cerca, incluindo a prática esportiva.

Minha avó me ensinou que tudo na vida pode ser bom ou ruim, dependendo da intensidade. “Nem oito, nem oitenta”, ela dizia. Não podemos excluir a competitividade, mas a competitividade excessiva prejudica a vida. Torna-se um problema quando não podemos desfrutar nossa performance e ficamos incomodados quando outros estão indo bem.

A melhor maneira de ensinar nossas crianças a serem saudavelmente competitivas é a nossa própria atitude. Crianças imitam a maneira como os adultos mais próximos estão formando suas relações.

 

Podemos ensiná-los ao nos colocar em situações competitivas de maneiras diferentes, incentivando mais a cooperatividade dentro de casa (afinal, a competitividade já está lá fora no mundo), perdendo de maneira construtiva e cuidando para escolher treinadores que trabalhem focados na performance e não no resultado.

Se seu filho ou atleta já estão com “sangue nos olhos”, ansiosos e “fulminando o adversário”, podemos trabalhar com autocontrole, tentando entender quais os gatilhos da competitividade excessiva e mudando o foco de atenção, inibindo uma reação automática. Algumas técnicas de meditação como o escaneamento corporal, reconhecendo e influenciando os estados de tensão e tônus muscular, podem ajudar. Podemos abrir espaço para o diálogo emocional, sendo mais sensíveis à vida emocional e não apenas aos afazeres.

 

Quando podemos escutar nossas crianças em suas demandas e seus medos, podemos dar um contorno, acolher e desenvolver a autoestima. E, talvez o mais importante: não nos levar tão a sério. Podemos mostrar às nossas crianças que ter seriedade não é o mesmo que ser sério.

 

Podemos dar leveza para as situações de competição, vitórias e derrotas. Lembrando sempre que crianças não vêm com manual de instruções e ser mãe/pai não tem cartilha, precisamos entrar na água e aprender a nadar, mesmo sabendo todas as técnicas e teorias, às vezes funciona, às vezes não. Temos que experimentar e aprender com as experiências.

Publicado originalmente na revista Tri Sport. https://www.trisportmag.com.br/

Transtorno emocional faz pessoas acumularem objetos sem controle

8/10/2020

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Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

Acumular coisas em casa pode passar de simples hábito ou falta de organização para transtorno emocional grave. A disposofobia (fobia de dispor das coisas) ou a Síndrome de Diógenes (filósofo grego que andava como mendigo e/ou não aceitava ser contrariado) pode afetar 4% da população mundial. No Grande ABC, segundo informações passadas pelas administrações municipais, ao menos 90 pessoas já se trataram ou estão em acompanhamento atualmente (leia mais clicando no link abaixo).

Para ler a matéria completa, acesse: https://www.dgabc.com.br/Noticia/3568758/transtorno-emocional-faz-pessoas-acumularem-objetos-sem-controle

Matéria publicada no Diário do Grande ABC: https://www.dgabc.com.br/

O curioso caso das mulheres que
envelheceram aos 30 anos

28/9/2020

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Laís Rissato

O tempo sempre foi visto como nosso inimigo, mas nunca tão cedo como agora. Parte de uma geração que ainda não chegou ou está no auge da produtividade vive a angústia de precisar realizar planos e ter tudo antes que seja tarde demais. Para algumas, já é.

Essa reportagem nasceu de uma inquietação pessoal. Tenho 36 anos e, há mais ou menos dois, uma fala tem sido recorrente entre algumas amigas e mulheres conhecidas do meu círculo social: "já estou velha demais para isso", dita num tom de sofrimento e brincadeira disfarçados, inclusive por mim. Todas elas estão na faixa dos 30 a 40 anos, no auge da produtividade. Algumas mais estabelecidas financeiramente, outras menos. Algumas casadas, outras solteiras, outras com filhos; mas todas com alguma coisa em comum: um olhar na falta e outro na data que as acompanha, implacavelmente, no RG. Será que ainda dá tempo de realizar meus projetos? Será muito tarde? Ou estamos nos sentindo velhas cedo demais? Afinal, de onde vem tanta preocupação com o tempo que insiste em passar?

 

Para ler a matéria completa, acesse: https://elle.com.br/sociedade/o-curioso-caso-das-mulheres-que-envelheceram-aos-30-anos

Matéria publicada na Revista Elle: https://elle.com.br/

O que você sempre quis saber sobre o poliamor, mas tinha medo de perguntar

17/9/2020

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Foto: Pinterest

Se em algum momento você já se sentiu apaixonado por duas pessoas ao mesmo tempo, saiba que está tudo bem. Você não está maluco, muito menos doente – só está amando mesmo. No entanto, terá que lidar com uma configuração diferente, chamada poliamor. Um modelo de relacionamento não-monogâmico onde as relações amorosas ou sexuais envolvem mais de duas pessoas – podendo ser homossexuais, heterossexuais, bissexuais ou pansexuais. Só tem uma coisa que importa: carinho e consentimento de todas as partes.

Para desmistificar esse tema que ainda gera confusão em muitas pessoas, o Jornal DCI consultou especialistas para provar que toda forma de amor é justa.

Leia o texto completo em https://www.dci.com.br/dci-mais/comportamento/poliamor/17354/

Publicado no Jornal DCI Digital: https://www.dci.com.br/

Quando o desafio do esporte se torna sofrimento

14/9/2020

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Foto: That Cameraman/Darren Wheeler/Superleague triathlon

É importante distinguir a incapacidade de lidar com a pressão da síndrome do pânico

Por Daniela de Oliveira

O esporte, ao contrário do que a maioria acredita, não é lugar apenas de saúde. Além das inúmeras lesões corporais que sofrem os atletas, o esporte também é ambiente propício, assim como nossa sociedade, a abarcar transtornos de humor, doenças de autoimagem e síndromes como a do pânico.

Segundo a Associação Americana de Psicologia, uma em cada setenta e cinco pessoas pode experienciar a síndrome do pânico. Geralmente ela aparece na adolescência ou começo da vida adulta.

As causas exatas ainda não são conhecidas, mas parece existir uma conexão entre transitoriedades da vida que são potencialmente estressantes. E devemos lembrar que o esporte, qualquer que seja, é sempre um meio transitório em que se deve aprender a lidar, desde muito cedo, com as impermanências da vida.

Sensação paralisante


Os ataques de pânico surgem repentinamente, um medo inexplicável invade a pessoa, esta se torna refém deste sentimento, se paralisa. As crises aparecem sem aviso e sem nenhuma razão óbvia. É um sentimento intenso.

Sintomas da síndrome do pânico:

  • Aceleração do batimento cardíaco.

  • Dificuldade de respirar, como se não conseguisse pegar ar.

  • Sensação de pavor.

  • Tontura ou náusea.

  • Tremor ou sudorese.

  • Engasgar ou dor no peito.

  • Calor repentino ou calafrios.

  • Dormência nas mãos ou nos pés.

  • Medo de enlouquecer ou de que a morte seja iminente.

Os sintomas são os mesmos experienciados em uma situação de perigo iminente em que nosso sistema nervoso aciona o reflexo de “fuga ou enfrentamento”.

Quando o desafio do esporte se torna sofrimento


Tanto em época de treinos quanto na competição em si, o esporte propõe desafios diários, em que naturalmente o corpo irá experienciar essas sensações.

Em um atleta que sofre de síndrome de pânico, os sentimentos naturalmente vivenciados no cotidiano dos treinos são potencializados, sendo motivo de grande sofrimento. Frequentemente atletas experimentam paralisias diante de grandes desafios, grandes jogos ou competições em que a situação traz em si uma pressão extra.

Às vezes, ter alguém importante assistindo pode trazer essa sensação de que deve performar melhor, aumentando o nível de ansiedade e resultando no oposto do desejado, em má performance. É o famoso “amarelar” na hora da competição.

Não saber lidar com a pressão não é sempre sinal de síndrome do pânico

É importante distinguir a incapacidade de lidar com a pressão da síndrome do pânico. Essa ansiedade que atrapalha a performance é um excesso de pensamentos, a perda do automatismo dos movimentos e do instinto que envolve o momento decisivo.

Na síndrome do pânico pensa-se pouco e reverte-se ao instinto de sobrevivência. Na síndrome do pânico há o abandono de tudo que um atleta treinou para fazer, do autocontrole. É o sistema límbico em sua ação plena, instintual, na resposta de “fuga ou enfrentamento”.

A demora em buscar ajuda

Muitos atletas sentem as crises como um sinal de fraqueza e demoram muito tempo para procurar ajuda, agravando os sintomas. Dependendo do seu nível de habilidade técnico/tática, eles performam em um nível aceitável durante muito tempo. Porém, alguns sinais como falta de foco e dificuldade em cumprir as táticas traçadas para treinos e jogos logo aparecem.

O papel da psicologia do esporte

O próprio atleta precisa vencer a barreira do preconceito de si mesmo, precisa se livrar do rótulo de que atletas são super-heróis e conseguem dar conta do mundo em suas costas sozinhos.

A partir daí, a psicologia do esporte pode colaborar para o tratamento da síndrome do pânico, auxiliando o atleta, junto com técnicos e equipe.

Publicado originalmente na revista Tri Sport. https://www.trisportmag.com.br/

Por que insistimos em apostar na loteria?
Especialistas explicam

4/9/2020

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Foto: Freepick

Mesmo com chances pequenas de conquistar o prêmio e após perder inúmeras vezes, as pessoas continuam apostando. Por que isso acontece? O que nos motiva a apostar?


Quem nunca desejou ganhar alguns bilhões sorteados em loterias e jogos de sorte? A ideia de mudar de vida e ter novas oportunidades, conquista milhares de apostadores em todo o Brasil. Mas, mesmo com chances pequenas de conquistar o prêmio, todos os anos, a Mega-Sena da Virada, por exemplo, gera filas enormes pelas lotéricas do país. Por que isso acontece? O que nos motiva a apostar na loteria?

O jornal DCI consultou especialistas a fim de explicar essa cultura.

Leia o texto completo em https://www.dci.com.br/financas/loterias/por-que-insistimos-em-apostar-na-loteria-especialistas-explicam/11927/

Reportagem do Jornal DCI Digital: https://www.dci.com.br/

Quarentena: como ajudar os pais mesmo a distância e 7 dicas para estar presente nesse momento.

27/8/2020

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Foto: Foto: Fizkes / Shutterstock

Se seus pais já tinham nascido na inauguração de Brasília (1960), no início da Bossa Nova (meados da década de 1950) ou na renúncia do ex-presidente Jânio Quadros (1961) e, atualmente, moram sozinhos, é possível que você tenha pensado muito no bem-estar deles durante a quarentena.

 

Natural, já que fazem parte do grupo de risco para o novo coronavírus e, por isso, tenham permanecido em isolamento social desde março. 

Pois saiba que, mesmo a distância, você pode colaborar.

 

A presença – não necessariamente física – “tem imenso impacto no equilíbrio e saúde mental, frente ao momento de isolamento social, especialmente dos idosos que já têm suas dificuldades, perdas e limitações”, segundo o neuropsicogeriatra Roberto Miotto. “Mostrar-se presente é mais relevante do que por vezes estar no dia-a-dia em contato.”

7 dicas para estar presente na quarentena

 

  1. Telefonemas e  videochamadas

Para a psicóloga Daniela de Oliveira, muitos pais se adaptaram bem às novas tecnologias. “Poder separar um tempo para estar com eles por telefone ou videoconferência faz muita diferença”, explica.

 

Para Miotto, seja por carta, seja por meios digitais, o importante é que se sintam “conectados e realmente ligados à família, às pessoas e ao mundo”.

Leia o texto completo em https://institutomongeralaegon.org/longevidade-e-comportamento/familia/master-quarentena

Publicado no site do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon: https://institutomongeralaegon.o

Como atingir seu “flow feeling” no esporte

24/8/2020

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Foto: Getty Images/Ironman Europe

Os grandes atletas associam esta sensação ao estado de alta performance, em que se está 100% presente naquilo que faz.


Por Daniela de Oliveira

Fernando Pessoa dizia: “A realidade/ Sempre é mais ou menos/ Do que nós queremos”. Assim, singelo, toca na ferida aberta em todos nós: a frustração. Porque dentro ou fora do esporte, a vida por vezes nos tira o chão.

Ao contrário do que todos pensam, no esporte se vive muito mais frustrações do que glórias, e talvez por isso nossa catarse seja ver o espetáculo da vitória em televisões e revistas, talvez por isso idealizamos como heróis aqueles que conquistam medalhas.

A verdade é que poucos de nós nos damos conta de que atingir o sucesso uma única vez é relativamente fácil, manter-se no topo é a grande dificuldade. Muitas vezes nossa intolerância à frustração é tamanha que não conseguimos lidar com a derrota de alguém que admiramos e então julgamos, transformando aqueles que eram heróis em escória.

Senhores de tanta sabedoria, ignoramos nossas próprias frustrações, deixando com que elas se acumulem para que, no esporte, haja a redenção de uma vida batalhada na unha. Não bastando as pressões do trabalho, da família, do terrorismo nutricional, de ter que dar conta do dia-a-dia, hoje ainda temos a pressão de ser felizes. Pois ser feliz virou tarefa, obrigação da lista de afazeres. Ali, logo abaixo da reunião de feedback com seu chefe.

O esporte, como um recorte dessa vida, uma representação mais concreta do que vivemos, não escapa a todas as exigências. Surge o fenômeno do esporte amador levado com a seriedade de um esporte profissional.

Casos de doping, por exemplo, para melhora de performance em provas amadoras, têm sido fenômeno frequente. Talvez faça uma generalização injusta, mas há a possibilidade de se pensar que levamos para o esporte a necessidade de ser melhor, espelhamos a cultura individualista ocidental de felicidade associada à conquista individual, é feliz aquele que tem mais poder. E, para se obter esse poder, vale qualquer coisa.

Surge a necessidade de ser melhor que outros, e muitos de nossos objetivos são traçados assim, tem que ganhar do fulano, do sicrano, ficar em colocação “x” ou “y”. Grande erro e primeiro passo para frustração. Quando nossa performance depende de outra pessoa ir pior do que nós, perdemos “o caminho”, colocamos a referência em algo externo a nós.

Teoricamente o esporte amador (ou prática de tempo livre, como chamamos formalmente), deveria ser um momento de lazer, autoconhecimento e atividade social. Quando sua referência é externa, no resultado que se tem que obter em uma prova, a função prioritária da prática esportiva se perde. O esporte pode se tornar fonte de stress, ansiedade e inimizades.

Outra possibilidade é que levamos para o esporte nossas frustrações da vida, e ali jaz a necessidade de fazer diferente do que acontece no cotidiano. O esporte é uma fuga, os treinos são momentos de se esconder e, quanto maior a exaustão, melhores as desculpas para não encarar os problemas das outras áreas de nossa vida. Nesse caso, a frustração já está instalada e qualquer “resultado” não perfeito é sentido como total fracasso.

Claro, há quem viva as intensidades do esporte de maneira extremamente saudável, com suas alegrias e tristezas também. Afinal, se preparar meses para um prova, colocar metas e objetivos claros e possíveis e não alcançá-los, é decepcionante. E essa dor deve ser vivenciada em sua extensão, nem maior e nem menor do que realmente é. Em um mundo de pílulas da felicidade, ficar triste é um sinal de sanidade mental, e, se formos discutir mais a fundo a questão, um sinal de sucesso, de autenticidade.

A frustração não pode ser evitada, mas podemos refletir a respeito dela e achar algumas saídas. O grande poeta já nos dá uma dica de como vivenciar o esporte e lidar com estas duas faces da mesma moeda: expectativas e frustrações.

 

“Segue o teu destino,/ Rega as tuas plantas,/ Ama as tuas rosas./ O resto é a sombra / De árvores alheias.”

Continuando com algumas dicas:

  • Trace metas realistas e baseadas em seus treinos, não o quanto acha que deveria ser bom.

  • Lembre-se de que cada dia é diferente dos outros. Parece óbvio, mas sempre nos cobramos quando não conseguimos correr tão bem quanto no dia anterior, ou nadar mais rápido do que estávamos nadando há três dias. Não somos robôs e sentimos cansaço, e nem sempre é preguiça. Encare seu lado humano e aprenda a diferenciar os dois.

  • O esporte, mesmo nas práticas individuais, é social. O momento de prazer e convivência com as pessoas, essa relação diferenciada que só se encontra no meio esportivo, é que faz valer a pena. Se seu foco está apenas em ganhar, reveja seus valores.

  • Trace metas de performance, não de resultado. O resultado depende de outras pessoas, é a colocação, ganhar ou perder. A performance depende apenas de você, é fazer o seu melhor, colocar metas de tempo, ou fazer transições mais rápidas, por exemplo.

  • Novamente, somos humanos, nossa capacidade de performance varia ao longo do dia e também em dias diferentes. Fique atento ao seu corpo e ao seu estado emocional.

  • Supere-se a cada dia, lembrando-se de que a superação de cada dia será diferente dos outros.

  • Pesquisas mostram que talvez o fator que mais conta para sermos felizes é o engajamento social. Curta seu grupo, aproveite os intervalos de treino, refeições pós-treino e outras ocasiões. Mas lembre-se de que engajamento é estar cem por cento envolvido no que faz. Não adianta ir almoçar com o pessoal pensando na reunião de trabalho.

E, lembrando que é relativamente fácil atingir o sucesso, difícil é mantê-lo. Depois de revisitar todos esses passos, podemos pensar sobre o que seria o sucesso no esporte, e como mantê-lo.

Continuando o caminho do poeta: “Só nós somos sempre/ Iguais a nós próprios”. O sucesso não deveria ser algo que você pensa que outros pensam que é, mas algo que seja importante para você.

Além do significado conhecido de todos nós, triunfo, êxito, a palavra sucesso tem em seu radical o significado de “abertura”, “entrada”. Ou seja, sucesso significa também uma ocorrência, um acontecimento ou um avanço.

É necessário dizer que não sou contra ganhar e bater recordes. Apenas digo que esses benefícios são efeitos colaterais do sucesso, não o que o define. Ao seguir as dicas de como superar frustrações, você provavelmente encontrará sua definição de sucesso.

Alguns psicólogos o definem como o grau de propósito e significado, basicamente o porquê você faz o que faz. Toda ação, quando preenchida de significado, é autêntica, sendo autêntica, maiores são as chances do atleta entrar “na zona”, aquele estado conhecido como “ótima ativação” ou “flow feeling”.

Os grandes atletas associam este estado ao estado de alta performance, em que se está cem por cento presente naquilo que faz, em que você consegue fazer o melhor que realmente pode fazer, em que termina a prova com aquela sensação de “missão cumprida”. Pensando sob estes aspectos, a manutenção do sucesso exigiria:

  • Manter e revisar suas metas.

  • Recordar-se sempre do sentido de se estar fazendo o que você está fazendo. Isso é o princípio da auto motivação.

  • Pensar a longo prazo: o que suas atitudes e decisões de hoje estão enraizando para o seu eu futuro. Qual o tipo de pessoa quer ser? Que valores quer defender? (Sim, isso vale para o esporte.)

  • Lembre-se que você não chegou ao seu sucesso sozinho. Valorize aqueles que o ajudaram e o ajudam a se manter lá.

  • Gerencie suas emoções. Não deixe a ansiedade, a preguiça, a auto confiança excessiva, a insegurança e nenhuma outra emoção restringir sua vida e suas relações. Procure ajuda se necessário.

  • Lembre-se sempre de suas experiências de sucesso, o que o fez chegar em seus objetivos.

  • Lembre-se sempre suas experiências de fracasso, o que pode aprender com elas? Essas experiências fazem parte daquilo que o constrói. Saber que podemos falhar e voltar a tentar é que nos abre a possibilidade para sonhar e arriscar.

  • Arrisque-se. A mesma fórmula pode até funcionar mais de uma vez, mas é preciso flexibilidade, cartas na manga para situações inusitadas. Para manter seu sucesso é preciso aprender a lidar com as impermanências constantes que a vida nos coloca. Como diria o ditado: “dançar conforme a música”, “sambar conforme o ritmo”, “fazer limonada quando a vida te oferece um limão”… Enfim, você entendeu o processo.

  • E, o mais importante, divirta-se sempre. Tinha um amigo que falava que o dia em que parece de sentir o friozinho na barriga na hora de competir, era porque não valia mais a pena. E, para manter o sucesso, é preciso dar conta de uma carga muito pesada, que só conseguimos carregar se soubermos levá-la com bom humor.

Publicado originalmente na revista Tri Sport. https://www.trisportmag.com.br/

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11/8/2020